quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Alunos da J.A. expõe desenhos em tela

Escola J.A. de desenho está expondo trabalhos de seus alunos na Galeria de Arte da UCPel, até a próxima sexta-feira(30). A mostra abre as comemorações dos 25 anos da instituição e pode ser conferida gratuitamente de segundas a sextas-feiras, das 8h às 22h, na Galeria de Arte do campus I.

Economia da UCPEL completa um ano de novo enfoque

Atento às tendências de mercado, o curso de Ciências Econômicas da UCPel completa um ano de sua nova ênfase: em finanças. Neste período a graduação firmou-se como referência na área financeira, com preparação focada no mercado.

O primeiro ano do novo enfoque foi marcado pelo tricampeonato estadual da Católica na Gincana Estadual de Economia. Éverton Peres da Silva, graduando da UCPEL, conquistou o primeiro lugar em Porto Alegre.

Para quem quer se especializar a UCPEL oferece ainda o MBA em Controladoria e Finanças.

UCPEL abre curso de Design de Interiores

O vestibular de verão 2008 oferece mais uma opção, é o curso de Tecnologia em Design de Interiores. O tecnólogo poderá atuar na organização de ambientes interiores e em cenografia, vitrinismo e exposições.

Para 2008/1 estão sendo oferecidas 36 vagas. O currículo, tem duração de três anos. O horário de aula é das 16 Às 19h e a mensalidade é de R$ 520,00. Mais informações e inscrições para o vestibular pelo site http://www.ucpel.tche.br/.

Professores da Ecos apresentam pesquisas no Seminário Internacional de Jornalismo da PUC

Com o objetivo de fomentar o debate sobre as contribuições de Jean Baudrillard e Guy Debord para a reflexão sobre a presença da mídia na sociedade contemporânea e possibilitar o intercâmbio de idéias entre pesquisadores de universos culturais e disciplinares diferentes a Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre (PUC/RS) realizou nos dias 07 e 08 de novembro o IX Seminário Internacional da Comunicação. O evento teve como tema Simulacros e (dis)simulações na sociedade hiper-espetacular.

A Escola de Comunicação da Universidade Católica de Pelotas (ECOS) esteve presente no seminário através de seus alunos e professores que puderam assistir palestras de importantes nomes da pesquisa em comunicação como os franceses Patrick Tacussel e Michel Moatti.

Mas os professores da ECOS também estiveram apresentando trabalhos nas suas áreas de pesquisa. Fábio Cruz, Elisa Piedras, Manoel Jesus, Margareth Michel e Marco Medronha explanaram sobre seus estudos.

A Profª. Me. Elisa Reinhardt Piedras apresentou o trabalho Imagem publicitária: contexto, construção, apropriação e forma no GT MANIFESTAÇÕES VISUAIS DO CONTEMPORÂNEO

A recepção e produção de sentido sobre os espaços urbanos: olhares dos
acadêmicos de cinema da UFPel, foi o trabalho apresentado pelo Prof.Dr. Fábio Souza da juntamente com o Mestrando da PUC/RS Guilherme Carvalho da Rosa, no GT Comunicação e Cultura.

Literatura e Jornalismo: de João do Rio aos anos 2000 foi a pesquisa apresentada pelo Prof. Me. Manoel Jesus, também no GT Comunicação e Cultura.

No GT Estudos em Jornalismo o Prof.Me. Marco Medronha expôs sua pesquisa: O profissional do jornalismo diante das mudanças para TV Digital.

E no GT Comunicação e Política a Prof. Me. Margareth de Oliveira Michel apresentou juntamente com a graduanda em Jornalismo Jerusa de Oliveira Michel, o trabalho Política e Comunicação Integrada – O caso Lula 2006.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Martha Medeiros fala sobre a arte de ser parcial



"Achei que não ia dar em nada, mas um dia me pediram autorização para publicar um desses textos e quando dei por mim tinha virado cronista."


Pergunta - O gosto pelas letras sempre coexistiu com Martha Medeiros?

Martha Medeiros: Desde que me conheço por gente, gosto de ler. O encanto começou com Monteiro Lobato e depois nunca mais deixei de emendar um livro no outro. Mas a música também tem um forte papel na minha formação. Me criei ouvindo muita música brasileira, os primeiros discos de Caetano, Gal Costa, Chico Buarque, Rita Lee... Isso também foi inspirador na minha vida.


Pergunta - Da carreira de publicitária ao sucesso como cronista, como aconteceu essa transição?

Martha Medeiros: Antes de ser cronista eu já escrevia poemas, tinha livros publicados, mas era apenas um hobby que eu compartilhava com a profissão de publicitária. A crônica entrou casualmente na minha vida. Um amigo jornalista viu uns textos que eu escrevia em casa, como exercício, e pediu para mostrá-los na Zero Hora, onde ele trabalhava na época. Achei que não ia dar em nada, mas um dia me pediram autorização para publicar um desses textos e quando dei por mim tinha virado cronista sem nunca ter me preparado para isso antes. Durante um tempo ainda me dividi entre a propaganda e a crônica, mas depois essa última começou a me absorver e optei em trabalhar apenas como colunista e escritora. Mas não desdenho do tempo em que fui publicitária, foi uma época importante na minha vida e fundamental como "escola" para apurar meu texto.



Pergunta - O trabalho do cronista é como o artesanato com palavras, mas com a tecnologia os prazos para o fechamento das edições são cada vez mais curtos. Para você, existe uma antítese entre inspiração e transpiração no trabalho?

Martha Medeiros: Prazos não me estressam, ao contrário, me dão um norte. Sou disciplinada por natureza, gosto de estabelecer meus compromissos e honrá-los, não gosto de ficar à deriva, esperando essa tal "inspiração".


Pergunta - Dizem que o filósofo é uma eterna criança que não perdeu a capacidade de observar o mundo como se fosse sempre a primeira vez. Na tua opinião o cronista é um filósofo realista?

Martha Medeiros: Fico meio constrangida em estabelecer essa relação com a filosofia, por respeito à sua profundidade. Crônica é algo mais superficial, o que não significa que seja desimportante. Também levantamos importantes assuntos para serem refletidos, mas eles estão mais associados ao cotidiano do que a uma experiência existencial. De minha parte, prefiro associar minha crônica mais com a psicologia, mesmo sabendo que isso também é uma pretensão. Sou fascinada pela mente humana e creio que, se não trabalhasse com literatura, estaria colocando meus "leitores" num divã.


Pergunta - A crônica conquista os leitores do jornal pela capacidade de recriar realidades a partir de um ponto de vista. Na tua opinião a crônica pode ser considerada jornalismo literário ao estilo realista?

Martha Medeiros: Jornalismo literário é uma boa definição. Não é totalmente jornalismo porque esse ampara-se na imparcialidade, enquanto a crônica é opinião dada e defendida pelo autor, ou seja, é totalmente parcial. E é um campo aberto à experimentações, pode se valer até da poesia, então acho que sim, há alguma literatura na crônica. Mas as melhores são aquelas que trazem uma linguagem mais direta, menos rebuscada: quando falamos em literatura, parece que há a exigência de uma certa solenidade, coisa que nada tem a ver com crônicas de jornal.


Pergunta - A leitura do cotidiano fornece inúmeros elementos para a criação do texto. Na tua opinião qual a maior dificuldade do cronista face a essa supostaimensidão temática?

Martha Medeiros: Essa imensidão temática não é tão imensa assim. Os cronistas repetem os assuntos dos outros, mas o importante é que cada um exponha seu ponto de vista e faça isso com graça, estilo, inteligência e principalmente mantendo sua marca registrada, aquilo que faz com que seu texto, mesmo falando de umassunto trivial e requentado, soe como novo.

Exercícios

1- Escolha uma matéria de jornal online
a) Identifique as forças presentes e analise quais são as mais relevantes.
b) Analise a matéria escolhida do ponto de vista da análise do discurso jornalístico.
c) Há presença do fait-divers? Quais?
d) Pode-se dizer que a matéria se enquadra em um modelo de newsmaking ou gatekeeper?

2- A partir do seu ponto de vista, discuta uma das teorias de jornalismo vistas e sua aplicação para o JOL.

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2047745-EI10656,00.html

1) a- As forças da notícia mais relevantes na matéria em questão são a social, a cultural e a histórica. Isto porque com os escândalos recentes e a crise da aviação no país, a queda do jatinho desencadeia um temor social e a pressão social para que haja uma maior segurança no setor aéreo no país. Quanto a questão cultural o transporte aéreo era considerado até pouco tempo atrás o meio mais seguro, o que não se afirma hoje no imaginário do brasileiro.

1) b- Quanto a análise do discurso a matéria em linguagem objetiva traz dados que a encaixam no tipo interpretativo. Ela confirma a aliança social na medida em que relata um acontecimento de interesse público e reafirma a função vigilante da imprensa, por conseguinte tem papel testemunhal. Neste caso, a imprensa testemunha um fato e o relata a sociedade, desenhando um espaço social e temporal para localizar o leitor dentro do fato.

1) c- Sim, há presença de fait-divers. Quanto a causalidade, a notícia é perturbadora porque retrata uma situação emergencial na aviação brasileira. Também nota-se o fator coincidência, na medida em que os acidentes aéreos no brasil vem se repetindo constantemente em um espaço de tempo curto.

1) d- Enquadra-se em um modelo de gatekeeper. Isto porque o fato é mantido na condição de notícia desde a madrugada deste último domingo, quando aconteceu até o momento sendo constantemente atualizado e, assim, deve permanecer até que as últimas resoluções acerca do fato estejam encerradas.


2) De acordo com a Teria das Forças a reportagem se legitima, pois apresenta fatores essenciais para que o fato se torne notícia. Já mencionadas e justificadas na primeira questão letra a, as forças mais relevantes apresentadas nessa matéria são a social, a cultural e a histórica.

domingo, 28 de outubro de 2007

Podcast - 2

A vice-presidente do CNPq Wrana Maria Panizzi fala sobre a importância da pesquisa para a formação acadêmica.

Podcast - 1

A Pró-reitora de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão da UCPel, Vini Rabassa da Silva, fala sobre a importância do Congresso de Iniciação Científica para a Universidade.

P.S.:

Raquel, eu não tinha tido tempo para fazer as matérias da Gincana da Propaganda, mas em compensação fiz 4 matérias do cic. Pode ser neh?!

Ensino, pesquisa e extensão: a tríade que mobiliza o CIC

Com o tema A indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, às 19h desta terça-feira aconteceram concomitantemente os Workshops do XVI CIC UCPel, que foram subdivididos de acordo com as áreas do conhecimento.

Humanas e Sociais reuniram-se para o debate no Auditório Central do Campus I. Pesquisadores da área da Saúde dirigiram-se ao Auditório do Campus II. Já o pessoal da área de Ciências Exatas foi acomodado no Auditório da Engenharia, Campus I, sala 233C.

Os Workshops discutiram, além do tema, a mercantilização da educação e a banalização do ensino superior. Durante os debates foi bastante criticada a postura mercantilista de algumas faculdades, que, ao invés de formar o aluno através da produção intelectual, apenas vendem um produto: o diploma.

O professor da UCPel, Dr. Vilson Leffa, lembrou que pesquisa, extensão e ensino, são palavras que sozinhas não fazem sentido, mas quando juntas no contexto da universidade legitimam a formação acadêmica.
A profª. da UCPel, Drª. Helenara Fagundes, lembrou que o tema é também lembrado pela constituição brasileira, no artigo 207, “As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”.

CIC UCPel é espaço para divulgação de Prêmio

Estão sendo distribuídos durante o XVI CIC UCPel folhetos do Prêmio Jovem Cientista 2007. Com o tema Educação para reduzir as desigualdades sociais, a 23ª edição do Prêmio oferece a graduados e graduandos a chance de obter o reconhecimento do seu trabalho científico e concorrer a muitos prêmios. Estudantes do Ensino Médio também concorrem, eles serão avaliados pelas suas redações.

Na categoria graduado, ou estudante de graduação podem concorrer pesquisadores das seguintes linhas:

• Mecanismo de inclusão Social: tecnologia digital; educação empreendedora; acessibilidade e mobilidade social.
• Popularização da ciência, tecnologia e inovação.
• O papel da educação na superação da violência. • A educação como instrumento do antidesperdício de energia; energia como fator de segurança; conservação da energia elétrica (produção e consumo) fomentando a criação de empregos.

Estudantes do Ensino Médio também podem concorrer. Para isso basta desenvolverem uma redação, com a ajuda do professor, sobre algum destes temas: Educação e desigualdades sociais, mecanismos de inclusão, Popularização da ciência, tecnologia e inovação, Educação e superação da violência, Educação, ambiente e saúde.

Na categoria graduado a premiação para o 1º lugar é de R$ 20 mil, o 2º lugar ganha R$ 15 mil e o 3º ganha R$ 10 mil. Na categoria estudantes de graduação a premiação para o 1º lugar é de R$ 10 mil, o 2º lugar ganha R$ 8,5 mil e o 3º ganha R$ 7 mil. A premiação para os estudantes de ensino médio não será em dinheiro, mas em computadores. A mesma premiação será concedida ao professor e à escola dos três contemplados.

Os orientadores dos graduados e graduandos também devem ser premiados com computares. Na categoria Mérito Institucional serão contempladas duas Instituições de Ensino – uma de Ensino Superior e uma de Ensino Médio – com R$ 30 mil cada uma. Ainda será premiado com Menção Honrosa um Pesquisador Doutor, com placa alusiva e R$ 30 mil.

As inscrições estão abertas até o dia 21 de dezembro. O regulamento e mais informações estão disponíveis no site www.jovemcientista.cnpq.br.

XVI CIC movimenta UCPel no 1º dia de Congresso

Segunda-feira (22) pela manhã os participantes do Congresso puderam retirar os crachás e o material. Até então, organização perfeita. Mas a cerimônia de abertura começou com um atraso de 1h. Valeu a pena. Os participantes do Congresso puderam assistir, num primeiro momento, a um painel que discutiu os dilemas e perspectivas da pesquisa e da extensão nas universidades comunitárias.

Depois de um intervalo e alguns cafezinhos começaram as apresentações. Neste primeiro momento bolsistas PIBIC/CNPq da UCPel, de todas as áreas do conhecimento, começaram a apresentação oral de seus trabalhos.

Às 14h continuaram as apresentações, mas agora além dos bolsistas da UCPel pelo convênio PIBIC/CNPq também apresentaram trabalhos oralmente os bolsistas da UCPel com bolsas VIC, BIC e FAPERS.

Na segunda-feira à começaram as apresentações de pôsteres. Pesquisadores da UCPel e outras IES das áreas Humanas e Lingüística, Letras e Artes e Engenharias foram avaliados pela comissão julgadora, que após receber as devidas explicações sobre os trabalhos entregavam o certificado de participação aos pesquisadores.

À noite, prosseguiram as apresentações. Desta vês pesquisas da UCPel e outras IES das áreas Exatas e da Terra, Sociais e Aplicadas e Saúde apresentaram seus pôsteres para a avaliação.

Programação do CIC para os dias 23 e 24 de outubro


Na terça-feira (23) pela manhã têm continuidade as apresentações orais com os bolsistas da UCPel pelos convênios BIC, VIC e FAPERS das áreas Humanas, Engenharias, Lingüística, Letras e Artes e Sociais Aplicadas. Ainda pela manhã os alunos da UCPel apresentam pôsteres.

À tarde, apresentação oral de alunos da UCPel na categoria extensão, bem como apresentação de pôsteres de pesquisadores da UCPel e outras IES nas áreas Agrárias e Biológicas. Até as 18h estará acontecendo paralelamente a Mostra de Pós-Graduação – strictu sensu e lato sensu – devem participar pesquisadores de todas as áreas.

A partir das 19h acontece o Workshop, A indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão. O workshop está subdividido de acordo com as áreas do conhecimento. Para Humanas e Sociais a programação será no Auditório Central do Campus I. Pesquisadores da área da Saúde devem se dirigir ao Auditório do Campus II. Já os da área de Ciências Exatas serão acomodados no Auditório da Engenharia, Campus I, sala 233C.

Na quarta-feira (24), durante a manhã e a tarde tem continuidade a Mostra de Extensão. Haverá também a exposição de estandes e apresentações artísticas. O encerramento do Congresso está programado para às 18h com a entrega dos seguintes prêmios: Jovem Pesquisador, Projeto Destaque em Pesquisa da Pós Graduação e Mérito em Compromisso Social.

Discussão do papel da pesquisa na sociedade abre o XVI CIC UCPel

A cerimônia de abertura do 16º Congresso de Iniciação Científica, 6ª Mostra de Pós-graduação e 3ª Mostra de Extensão da UCPel teve inicío nesta segunda-feira (22), às 9h 30 mim, com o pronunciamento do Reitor da Universidade, Alencar Melo Proença.

Após a exibição de um vídeo institucional e da execução do Hino Nacional ao som de piano e à voz de um tenor, Alencar foi enfático ao afirmar que “É através de eventos como esse que podemos perceber se o que estamos promovendo com o ensino corresponde às aspirações da sociedade.”

Após o pronunciamento do Reitor e da Pró-reitora de pós-graduação, pesquisa e extensão da UCPel, Vini Rabassa da Silva, foi formada a mesa do 1º painel do Congresso. Com o tema Pesquisa e Extensão nas Universidades Comunitárias: dilemas e perspectivas o painel discutiu a construção do desenvolvimento social através do conhecimento.

Compuseram a mesa para o painel a Vice-Presidente do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Wrana Maria Panizzi, a Professora da PUC-RS e coordenadora do projeto PUC Virtual, Drª.Lúcia Giraffa e a moderadora, Profª.Drª. Elaine Pinto Albernaz.

A Drª Wrana Panizzi foi a primeira abriu o painel falando sobre o papel social da Universidade. Segundo ela, as instituições de ensino devem primar pela construção do conhecimento, como expressão de valor e poder, para o desenvolvimento da sociedade.

Para Panizzi, as universidades têm de rever o modelo educacional utilizado afim de obterem a eficácia no ensino. “O modelo atual está esgotado, precisamos atentar para um projeto pedagógico-acadêmico que promova o aprendizado, desenvolva competências e ensine a pensar”.

O painel foi encerrado pela Profª Drª Lúcia Giraffa, que questinou o papel da pesquisa nas universidades, apontou dilemas como a identidade da academia versus sustentabilidade financeira e compromisso social versus responsabilidade social.

Giraffa também falou a respeito das pesrpectivas da pesquisa, que segundo ela passam pela avaliação das atividades de extensão, fomento das parcerias sociais, inserção das tecnologias sociais e internacionalização da extensão, entre outros.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

O futuro do jornalismo é o jornalismo do futuro


A era da tecnologia determina a modernização, o novo consumidor de informação exige qualidade, credibilidade e velocidade e... E tudo o que for passível de ser exigido.

Com os recursos técnicos disponíveis o jornalista tem de se modernizar para sobreviver no mercado de trabalho, tem de se especializar para viver com dignidade exercendo a profissão.

O futuro do jornalismo, o futuro do jornalista... De que tipo de jornalismo e de jornalista estamos falando?

O exercício da profissão exige um profissional multifacetado, capaz de escrever um texto de qualidade sem encher 500 mil linhas de bobagens. O jornalismo não vai acabar se ele aceitar que precisa passar por mudanças.

Os suportes da informação estão mudando, se modernizando. Isto não quer dizer que o jornal, a revista, o rádio e a TV não vão mais existir. Mas, significa que essas mídias vão ter de competir em um mercado e vão precisar usar de todos os artifícios possíveis para se sobressaírem.

Com isso, quem sai ganhando é o leitor, que vai ler textos cada vez mais completos, cada vez mais inteligentes, cada vez mais modernos. A convergência de mídias vai hibridar os elementos, mas o jornalismo não deve ser um monstro sem rosto, e, sim, uma multidão sorrindo e pedindo audiência.

Avaliação Heurística



Avaliação do site de notícias G1

Os usuários são mantidos informados sobre o progresso do sistema rapidamente e de forma apropriada. Utiliza uma linguagem apropriada e as informações são exibidas de forma lógica e encadeada.

Os usuários podem participar enviando notícias e tem certa liberdade para ir e vir no site, embora às vezes precisem memorizar o trajeto (quando extenso) para achar novamente a proimeira notícia acessada. As funções undo e redo existem, mas não no site, e, sim, como recurso da web.

As informações de diálogo são em geral relevantes, as mensagens de erro eficientes, embora as informações de ajuda não sejam apropriadas porque difíceis de encontrar.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Teste de Percurso



Site Testado: ecos.ucpel.tche.br
Testado por: Mariângela Paz
Testes realizados:
1- Localize a grade curricular do curso de Publicidade e Propaganda.
2- Descubra quais são os jornais disponíveis na biblioteca de comunicação.
3- Localize os trabalhos desenvolvidos pelo Nupecom
4- Localize os dados do professor Jairo Sanguiné.

Avaliação:
Todos os testes foram realizados conm rapidez, o que leva a crer que a estrura do site e seu design contribuem para uma usabilidade eficiente.

Semana Acadêmica da Ecos traz informação e inovação



O Diretório Acadêmico da Escola de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas promove a Semana Acadêmica de Comunicação. Com a temática “Mídias Alternativas”, o evento que ocorre de 5 a 9 de novembro de 2007, vai apresentar palestras, oficinas e mostras.

O evento retorna depois de dois anos com uma novidade. A abertura da Semana Acadêmica acontece com um Festival de Música a ser realizado no final de semana anterior ao início da programação.

A mostra que não veiculação com o D. A. da Ecos está sendo organizada pelos alunos de comunicação social alunos Solano Ferreira e Tiago Garcia, que além de acadêmicos são músicos.

Para participar do festival a banda deve ter no mínimo mínimo três composições próprias, uma vez que os organizadores pretendem lançar um DVD com os shows. Segundo Garcia, a idéia é que haja o envolvimento dos alunos na divulgação do evento. O pessoal pode participar na produção de fotografias, vídeos, divulgação, entre outros.”

sábado, 29 de setembro de 2007

Release para público interno

Apostando na profissionalização dos setores de arte e cultura, a Universidade Católica de Pelotas (UCPel) lançou o curso de Tecnologia em Produção Fonográfica. A cerimônia aconteceu no último domingo (23) durante o show da dupla Kleiton e Kledir no Teatro Guarani.


O curso terá três anos de duração e será vinculado à Escola de Comunicação Social. De caráter objetivo e prático, deve enfocar aspectos como: marketing musical, cinema, teatro, música, produção de espetáculos, funcionamento do showbizz, noções de criação, repertório, seqüências, orientação ao artista, entre outros.


O profissional formado no curso deve desenvolver competência musical e tecnológica para atuar em instituições que prescindem do uso da música. Grandes centros do país já possuem cursos na área, mas é a primeira vez que a formação chega no interior.

Alunos da UCPel interessados em cursar Tecnologia em Produção Fonográfica podem aproveitar as disciplinas religiosas já cursadas emseu curso . O ingresso será via vestibular.Os professores serão da área de música. Em outras etapas do curso, poderão ser aproveitados professores da ECOS. As aulas do curso de Tecnologia em Produção Fonográfica serão no Campus II da UCPel, das 16h às 19h.

O curso terá estúdio de gravação próprio, em área a ser construída. As salas de aula e laboratórios de informática devem ser os mesmos dos demais cursos da Escola de Comunicação Social. O primeiro módulo deve custar R$380,00. No vestibular previsto para o início de 2008 serão ofertadas 40 vagas para o curso.

Segundo o idealizador do curso Kleiton Ramil, o formato da Católica é único no Brasil. Ele afirma que o mercado da área de entretenimento tem crescido no país, demandando profissionais qualificados. “Além de atuar em uma série de áreas e empresas, o profissional pode trabalhar de forma independente. Vejo com olhos positivos”, disse.

Release para mídia

O crescimento dos estúdios de gravação e produtoras musicais independentes na região de Pelotas demanda profissionalização, uma vez que o mercado fonográfico exige formação sólida e focada.

Apostando nisso e ciente da necessidade de expansão da UCPel, no que concerne ao ensino com ênfase nos setores de arte e cultura, a instituição lançou durante o show da dupla Kleiton e Kledir, no último domingo (23), o curso de Tecnologia em Produção Fonográfica.

Segundo o idealizador do curso Kleiton Ramil, o formato proposto pela Católica é único no Brasil. Ele afirma que o mercado da área de entretenimento tem crescido no país, demandando profissionais qualificados. “Além de atuar em uma série de áreas e empresas, o profissional pode trabalhar de forma independente. Vejo com olhos positivos”, disse.

O profissional formado no curso deve desenvolver competência musical e tecnológica para atuar em instituições que prescindem do uso da música. Grandes centros do país já possuem cursos na área, mas é a primeira vez que a formação chega ao interior.

A graduação de Tecnologia em produção Fonográfica será vinculada à Escola de Comunicação Social e terá duração de três anos. De caráter objetivo e prático, o currículo do curso contém disciplinas de diversas áreas do conhecimento, entre elas música, marketing e informática. O curso começa no primeiro semestre de 2008 e o ingresso é via vestibular.

Release para público externo

Apostando na profissionalização dos setores de arte e cultura, a Universidade Católica de Pelotas (UCPel) lança o curso de Tecnologia em Produção Fonográfica. A cerimônia acontece no próximo domingo (23) durante o show da dupla Kleiton e Kledir, a partir das 21h no Teatro Guarani.

O curso terá três anos de duração e será vinculado à Escola de Comunicação Social. De caráter objetivo e prático, deve enfocar aspectos como: marketing musical, cinema, teatro, música, produção de espetáculos, funcionamento do showbizz, noções de criação, repertório, seqüências, orientação ao artista, entre outros.

De acordo com a Pró-reitora de Graduação da Católica, Myriam Siqueira da Cunha, o novo curso amplia a área de atuação da UCPel. “Considerando os campos do saber, tínhamos uma atuação tímida no que se refere à formação no âmbito de arte e cultura. Esta nova proposta vai contribuir com o desenvolvimento da nossa região”, afirmou.

O profissional formado no curso deve desenvolver competência musical e tecnológica para atuar em instituições que prescindem do uso da música. Grandes centros do país já possuem cursos na área, mas é a primeira vez que a formação chega no interior.

Segundo o idealizador do curso Kleiton Ramil, o formato da Católica é único no Brasil. Ele afirma que o mercado da área de entretenimento tem crescido no país, demandando profissionais qualificados. “Além de atuar em uma série de áreas e empresas, o profissional pode trabalhar de forma independente. Vejo com olhos positivos”, disse.